A ripa e eu

Anteontem à noite, um pouco depois das onze, eu fui pra casa duzotro. A pé mesmo. Sabem, né? Tomar café, bater papo, coisas que amigos fazem.
Na rua por onde eu ia passar tem um monte de cães. As pessoas não colocam seus cães para dentro do quintal à noite! E tem uns que vêm pra cima de você. Avançam, e a única coisa a fazer é parar. Mas parar dá medo. A vontade é de sair correndo. Mas eu paro e falo mansinho: “titio… titio…”. Falo, mas falo com a goela engasgada, de medo. 😀
Uns se acalmam, mas outros não. Insistem. E a estes andei pegando birra.
O que aconteceu? Ganhei uma ripa meio grossa. 😀 Se algum cachorro vinhé, rs, vai tomar uma ripada na fuça, que vai ver! 😀
E agora, quando saio a pé à noite, levo a ripa. Quem me vir vai achar que se trata de um louco.
Tô eu descendo a rua, a quatro passos da esquina, quando ouço alguém correndo. Era um moleque de uns nove ou dez anos.
Quando ele vira a esquina e dá de frente comigo, cabeludo, fora de hora, e com um pedaço de madeira na mão, ele deu uma brecada tão forte que chegou a “cantar os chinelos”, e com os olhos arregalados diz: “Que susto, moço!”
Não teve outra coisa a não ser rir. Bom, eu gargalhei! 😀
Cachorro é um bicho danado. Nenhum deu um pio. Tudo quietinho, ficaram. 😀

A imponência da ripa! Hahaha

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